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A dor que não pode fazer barulho

Texto :Adriana Santos
Twitter: @office_adria

Como Estudante de Jornalismo é importantíssimo acompanhar os telejornais com canoplas variadas .

Uma das pautas mais recorrentes vem sendo a violência contra a mulher,existe um tipo de hematoma que não  deixa marcas na pele ,mas nos hábitos e maneira de encarar a vida .

 Constantemente com Ar de preocupada, esta vitima que na maioria das vezes  não  consegue reproduzir palavra por palavra com aquela severa entonação de perigo.

Geralmente fica sem credibilidade , pois o agressor verbal prometendo algo que pode cumprir  consegue o apoio de todos que o rodeiam por bom comportamento  social.

E utiliza as consequências provocadas por ele na vítima  como ponto positivo,"olha as mãos dela tremendo ","ela está avoada", e insinua que ela tenta forjar uma situação para incriminar sem provas .

O ser humano que consegue decifrar o sofrimento do outro mesmo quando não  decide dizer um "A" sobre quem provoca  crise  de choro às  escondidas ,o tremor e suor nas mãos",a aflição  interminável de que algo possa acontecer ,desativa funções de solidariedade.

O gostar ou desgostar da mulher que pede ajuda influëncia bastante, em um Pequeno gesto ou atitude que presta atenção não  no homem que na cabeça até  da vítima de opressão não demonstraria coragem de promover mudanças deste tipo tão  repentinas .

Isso envolve muito mais  acreditar ou não naquela pessoa que pede ajuda. 

Sou voluntária na defesa por mulheres que ao pedir  ajuda acabam isoladas ,amedrontadas e ainda mais ameaçadas .

Por enquanto é isso.






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