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Skate ,da rua para a vida de cada um.

Redação:Adriana Santos 
(91)98280.3381

"Responda sem pensar (mano)
Vai dar o que falar( oh)
Skate não é nada...
Vai trabalhar."

Antes que você  julgue o que leu, vou logo justificando essa letra de improviso que criei.

 Foi para mostrar como era o nivel de preconceito em relação  ao skate e aos skatistas no Brasil. 

Uma tribo que se reúne em determinados lugares como praças e parques.

Alguns são  mais ousados e praticam o Street dividindo cada centímetro do asfalto com bicicletas ,carros ,caminhões,motos ,ônibus e pedestres.

São os pedestres e os próprios skatistas as maiores vítimas dos acidentes. 

Mas tem um grupo que deseja apenas competir ,disputar campeonatos e ainda viver deste hobby  que ganhou status de modalidade Olimpica. 

Quando anunciaram que o Esporte responsável por até  agora duas medalhas de Prata para o Brasil nos Jogos Olimpicos  de Tóquio, fosse figurar entre as novidades ao lado da Escalada e Surf ,talvez não  tivéssemos a noção  exata do que seria falando de aceitação. 

Mudou o quadro. 

Antes de kelvin Hoefler na madrugada de domingo (25) e de Rayssa Leal  "a Fadinha "na madrugada seguinte (26) mudassem o pensamento de um país fazendo manobras na pista,ser um skatista  não  era tarefa fácil.

"Fadinha "veio com a fórmula varinha de condão  e manobra no coração  com aquele jeitinho de criança ,porém decidida.

Um fone de ouvido imaginário,coreografia ensaiada e  muita fofura,porque só  tem 13 anos de idade.

Quem não  parou o que estava fazendo para torcer por ela?

Quem não entrou  para seu fã clube?

Lealdade com o Surfe, as amigas que fez por lá  e com a concorrente das Filipinas que logo tornou-se colega e companheira no momento de descontração. 

Superexposição  tanto da atleta quanto da modalidade ,isso é consequência  de uma grandiosa conquista,otimo para todo mundo que desfruta o conto de fadas mais Real de todos os tempos.

Skate de Prata transformando tudo em Ouro.

Valeu !

     





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